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O dia em que virei um zumbi

Trevosos gonna trevosar

Como vocês sabem, nosso amigo Mark Rein-Hagen está desenvolvendo um novo jogo – I AM ZOMBIE. O título é auto-explicativo, né? Nele, você interpreta um zumbi consciente, tentando sobreviver num mundo disfuncional muito parecido com o nosso. IAZ vai sair pela empresa Make-Believe Games. Ah, Mark também é um convidado especial no EIRPG deste ano, marcando o retorno do evento.

No Facebook, Rein-Hagen tem prometido “inovação”, com “mecânica simples e funcional”. A criação de personagens é baseada em cards, o que me lembra a primeira versão de Changeling the Dreaming e seu sistema de magia com as Cantrip Cards. No IAZ, cada carta é um arquétipo, contém habilidades, e você escolhe algumas destas cartas para montar seu personagem. “Fichas de personagem são coisa do passado”, disse Mark. Será que o jogo vem com todas as cartas ou a gente vai ter que ficar se matando para colecionar decks? =/

IAZAté o momento, eu achei a dinâmica do texto bem semelhante ao trabalho dele no Mundo das Trevas. O I AM ZOMBIE poderia, ao que parece, fazer parte do WoD sem muitas arestas a aparar. Algo do tipo “Zombie, the Toxic”, com um Caim particular e tudo, o lendário zumbi primordial Prometeu (o próprio). O que não tem nada de ruim, pelo contrário, se assim como eu você também é fã de metaplot extenso e intrincado; mas vai na contramão do que há de mais cool-moderno-hipster no design de RPG atual. Incluindo aí retroclones. De qualquer forma, para continuar surfando na onda da modernidade, o jogo será lançado via financiamento coletivo no site Kickstarter.

Aguardemos.

Enquanto isso, traduzi (com autorização do autor) o léxico proposto para o jogo, e você pode encontrar o original aqui. Os glossários sempre foram um dos elementos mais atraentes dos jogos do WoD para mim, e é interessante ver como boa parte do processo criativo do Rein-Hagen está ancorada simplesmente nas palavras que, para ele, definem a ambientação.

I AM ZOMBIE

 I AM ZOMBIE – Léxico do jogo

Além – aquilo que chamamos de vida depois que você se torna um de nós, um Tóxico.

Amirani – legendário primeiro Zumbi, adorado por alguns. Diz a lenda que ele foi o Prometeu original e ainda está acorrentado ao Monte Cáucaso, ele deu o fogo aos humanos e meia-vida para nós. Três anjos fizeram dele seus “olhos entre os homens”, mas o Icor concedido por eles corrompeu o corpo, a alma e o espírito de Prometeu, e quando ele acordou todos estavam mortos; foi o primeiro surto.

Amilóide – nossa carne morta, nosso Odium. Os pedaços antigos, semimortos e levemente infecciosos dos Tóxicos e da Praga: aquilo que reunimos e coletamos durante a Purgação e que pode ser usado na Gris-Gris.

Arakan – legendário grau de iluminação, onde um Tóxico consegue controlar sua doença e infecção. Dizem que eles não possuem mais Odium.

Benigno – quando você está na forma humana, com baixos níveis de infecção e Odium.

B.L.E.A.C.H. – departamento secreto do governo que utiliza grupos de combate especialmente equipados para enfrentar surtos através de exterminação total, desinfetando com fogo e substâncias químicas.

Brejo – Sanatório localizado em um pântano

Respiradores – humanos normais, não infectados

Carnal – o ato sexual violento e ilegal em que alguns Profanos se engajam quando estão carregados de Odium.

Cânone, O – Leis dos Profanos, conforme determinadas pelos Solan e o conselho, e interpretadas pela Paxilla.

Carreador – nosso nome formal, “Carreador e Carniça, companheiros imortais”.

Poluído – o momento em que um humano é infectado e se torna um Zumbi, seja ele um Trapo, um Servo ou um Profano.

Nota do Pavor – ruído supersônico emitido pelos participantes de uma Purgação, tão assustador e terrível que espanta os humanos e deixa até mesmo alguns Tóxicos incomodados.

Carniceiro – criatura monstruosa que parece viver sob cada Sanatório, amamentada através da Moela

Turba – um grupo de Tóxicos que andam juntos, trabalhando em equipe

Mordida – a fome eterna. Quanto mais usamos nossos Vetores, mais precisamos comer, de preferência carne humana.

Chwal – “cavalo” em haitiano, nome que se dá ao servo ou lacaio que está sendo cavalgado, ou seja, controlado por um mestre usando Mambo.

Diácono – pessoa que representa o Sanatório ou Colônia durante uma Purgação, tem assento no conselho do Inquérito, elege o Solon, e tem direito a voto.

Negrume – nós dormimos, mas às vezes também passamos longos períodos nos restabelecendo sob a terra fresca, em um tipo de coma ou hibernação. Este tempo pode ser usado para controlar Fantoches de Carne, se você possuir os Vetores certos. Pode durar meses ou anos. Murkins são os melhores nisto.

Lamento – canção entoada durante a Purgação

Droog – um amigo, um termo de afeição e respeito, “compadre”

Emergência – momento em que um Surto está prestes a irromper

Fenya – a antiga linguagem secreta ainda falada por alguns Profanos mais antigos

Feral – aquele que vive sozinho, muitas vezes fora do circuito, separado de um Sanatório. Ferais muitas vezes são vistos apenas na Purgação.

Forca – o local de trabalho, espaço privado que você pode possuir dentro de um Sanatório, uma área particular. Pode ser um laboratório completo ou apenas um quartinho de despejo.

Coxo – um lacaio que perdeu tanta inteligência e livre arbítrio que não é mais capaz de viver normalmente no mundo dos humanos.

Casca – quando alguém está muito Maligno, tão cheio de Odium que se torna inconsciente. É como um estado de berserk prolongado. Pode durar anos; sabe-se de Trapos muito antigos que de repente sacodem a poeira e retornam à meia-vida.

Gris-Gris – um talismã no formato de uma bolsinha, geralmente feito com a pele de um Profano muito poderoso, às vezes já falecido. A bolsinha contém dentes, Icor, e outras partes do corpo de alguém. Servos muitas vezes recebem Gris-Gris com as partes de seus mestres, para serem controlados mais facilmente.

Lodopodre – o estranho bolor negro que tende a crescer perto de e em Sanatórios dentro do Miasma.

Sanatório – lar e refúgio para os Tóxicos. Um Sanatório controla e é responsável pela área ao seu redor. Muitas vezes é o ponto de encontro para uma Purgação.

Horda – três ou mais Tóxicos, geralmente que não vivem em um Sanatório. Costumam ser selvagens, jovens e com pouco Odium.

Icor – a manifestação física da Praga após a Purgação, onde ela é destilada como uma “gosma brilhante” e então transformada em contas ou pedras. Pode ser recolhida e usada para fortalecer os efeitos de Manifestação. Extremamente rara e valiosa, geralmente possuída apenas por Sanatórios, Cartéis e raros indivíduos muito poderosos.

Imune – um humano que não pega o Vírus, revelado pelo Doctus. Usados como mensageiros, etc.

Inquérito – o Conselho dos Diáconos, e também uma corte de Justiça, liderada pelo Solon, que acontece na Purgação.

Lich – Tóxicos muito velhos e apodrecidos, com frequência gravemente enlouquecidos, com apenas parte de seu corpo intacta, talvez apenas um crânio ou uma mão. Tratados como bibliotecas vivas.

Maganan – O Poder de ser, o poder dos antigos

Maligno – quando você está carregado de Odium e começa a agir como um Trapo, muitas vezes sem auto-controle.

Manifestação – seus poderes particulares, concedidos pela sua infecção

Moela – o orifício decorado por onde o Icor é despejado para alimentar os Carniceiros dos Sanatórios

Fantoche de Carne: um serviçal sob controle direto e imediato de um mestre

Miasma – a perigosa área infectada ao redor de um Sanatório, ou outros locais onde vivem Tóxicos, ou áreas de Surtos. Este “ar” aparece como poluição e corrosão, mas dá uma força extra para nossas Manifestações. Alguns tipos de “rituais” são mais facilmente realizados dentro do Miasma.

Servo – um humano que está infectado, mas apenas até certo ponto. Às vezes quem não foi mordido ou arranhado mas vive entre os Mestres torna-se um Servo. Servos também podem ser criados a partir de Trapos, Zumbis completos, através de certos rituais. Servos muitas vezes são usados como Fantoches de Carne, extensões da vontade dos Mestres. O termo antigo é Bardaj.

Surto – quando uma infecção zumbi sai do controle, e eles começam a contagiar grande parte da sociedade humana

Paxilla – os executores, oficiais de justiça e equipe de segurança da Purgação e do Inquérito, poderosos e muitas vezes representam a Lei por si sós. Quando eles gritam Pax, todos devem se calar.

Nascido da Praga – o nome antigo, comum, que usamos para nós. Ver também: Tóxico, Carreador.

Purgação – reunião mensal a que somos obrigados a comparecer, para onde devemos levar todo o Odium que conseguimos “coletar”. De acordo com os velhos tratados, enquanto fizermos isso não seremos caçados, portanto continuamos a fazê-lo por puro medo. Uma Purgação sempre tem fogo, e um receptáculo, um Lamento, e dança. Alguns dizem que a arte medieval da Danse Macabre é baseada neste antigo ritual.

Profano – como nos chamamos, ver também Tóxicos, Carreadores, Nascidos da Praga

Pira – sagrado fogo purificador, mantido aceso ininterruptamente no Sanatório, trazido da Purgação direto de Zadani, a perdida primeira Necrópole. Usado para purificar o Odium coletado.

Flagelo – a praga dentro de nós, nossa infecção, a doença, a voz dentro da minha cabeça, que nos concede vitalidade e Vetores.

Rashi – animais Zumbis, geralmente criados reunindo pedaços de diferentes bichos, utilizados para proteger os Sanatórios. Difíceis de domar, mas muito leais aos seus donos. Podem ser convocados ou controlados queimando suas penas ou garras.

FVR – “Forma de Vida Reanimada”

Seis de Seis de Seis – a antiga profecia sobre como a extinção final ocorrerá ou sobre como preveni-la.

Ferida – um Feral desprezível, um termo usado para provocar alguém

Manquejar – a caminhada até a Purgação, conforme você reúne Odium.

Manco – alguém que temporariamente perdeu os sentidos por causa do Odium alto e está se comportando como um Trapo.

Sexta Extinção – o surto final, um mundo despedaçado pela infecção, que logo virá.

Torrar – quando a polícia desce a repressão, punindo todos os Tox que consegue pegar, culpados ou não.

Trapo – um Zumbi sem nenhuma consciência, quando comparado a um Servo, que ainda retém alguma.

Linhagem – o Fenótipo da Praga que infectou você, entendido em termos de como ele recentemente se ramificou do tronco evolucionário: desde a Ruina de Abaddon até o Vírus Kreiger [ok, não resisti: será uma referência a Shadowrun?]. Também Fenótipo.

Síndrome – a progressão da doença em você, do início até a fase terminal.

Assentamento – local ocupado por uma Horda, temporária ou permanentemente; tende a ser pútrido e decadente.

Odium – o sopro de corrupção e decadência que sempre existe em cada um de nós, não importa o quanto possamos parecer humanos, ou se fomos contaminados a pouco tempo. Odium deve ser purgado, ou desenvolveremos Síndromes.

Síndrome de Tibilisi – quando alguém se recusa a ceitar que agora é um Tóxico, e tenta manter sua vida humana, muitas vezes infectando sua família e acabando por causar um Surto.

Crachá de defunto – inútil, que não serve para nada, ver Ferida.

Tóxico – gíria moderna para se referir a nós, muitas vezes abreviada para Tox, ver também Profano, Carreador, Nascido da Praga.

Tostadinho – gíria para novatos e Ferais suspeitos de serem rapidamente vitimados pelo ciclo. A maioria dos Profanos vive no máximo 20 anos, a não que sejam muito espertos e cuidadosos. Falar que somos imortais é um erro, apenas uma minúscula fração de nós passa dos 100 anos.

Vetor – os poderes únicos que vêm com nossa doença.

Vírus – o nome que damos à Praga dentro de nós

EVE – Exame Visual de Extremidades, realizado regularmente para garantir que não estamos machucados, pois o Protoviron reduz nossa sensibilidade à dor.

Zadani – a primeira necrópole perdida, terra natal do fogo sacrado. Também significa uma tarefa impossível, uma missão impossível de completar.

Corredor – um Trapo ou Tóxico que se movimenta rapidamente.

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Vocês têm alguma sugestão de tradução? Ou novidades sobre a mecânica?

Também comecei a traduzir o conto introdutório do cenário, mas fiquei com preguiça. O Glossário era mais rápido, né?

Imagens meramente ilustrativas

Ouro de tolo

nhac!

Nem tudo que reluz é… pirita!

E chegamos em 2013. Para vocês terem uma idéia, eu comecei a rascunhar esse post em dezembro de 2012… anyway… vira e mexe acabo caindo em discussões sobre a famosa “Regra de Ouro”. Há quem defenda arduamente por aí tal diretriz, presente de uma forma ou de outra em vários RPGs, aclamando-a como “o” dogma/axioma/teorema/mandamento (marque um X no substantivo que mais lhe agradar) que rege universalmente o nosso hobby. Hum. Será mesmo?

Regra de Ouro, vocês sabem, é aquela que diz mais ou menos assim:

“Esta é a regra mais importante de todas, e a única que vale a pena seguir: Não existem regras. Este jogo deve ser tudo aquilo que você quer que ele seja (…) Se as regras neste livro interferirem com o seu prazer de jogar, mude-as.”
(Vampiro A Máscara revisado)

futebol

Parece fazer todo o sentido, e nós sabemos que é complicado falar em jeito “certo” ou “errado” de jogar, posto que cada grupo acaba por criar seu modus operandi, sem deixar de caracterizar o que fazem como “jogar RPG”. Muito legal. Só tem um problema: até que ponto dá pra mudar as regras da coisa e continuar jogando o mesmo jogo? Não digo RPG como metonímia, mas algum título em particular? O que eu vejo são pessoas modificando completamente aquilo que jogam, e usam da “Regra de Ouro” para justificar as coisas mais idiotas. É como se jogassem futebol sem bola. “Ei, o importante é que ainda temos 22 pessoas em campo, demos o nome de ‘futebol’, e estamos nos divertindo“.

pip

Eu não sou fiscal da diversão alheia, e no fim das contas você está mesmo jogando RPG (de modo geral) quando cria suas house rules. O lance é que não dá pra ficar resumindo tudo nisso, porque você pode empobrecer sua experiência de jogo. A estrutura mecânica pensada pelos designers, o setting escolhido por eles (quando o jogo não é “genérico), o “clima” do material… você precisa vivenciar tudo isso para realmente saborear o que está jogando da forma como aquilo foi imaginado por seus autores. Certamente a vivência de uma mesa de Call of Cthulhu sem Sanidade é completamente diferente daquilo que o jogo se propõe a fazer, por exemplo. Tem gente que gosta, claro. Mas tem gente que gosta de beber xixi – não sou eu quem vai dizer que é errado, mas posso argumentar que vinho do Porto tem todo um contexto histórico/cultural/gastronômico/biológico cuidadosamente elaborado para proporcionar uma experiência mais satisfatória sob todos estes paradigmas…

Talvez eu esteja demonstrando um certo purismo, mas não é esta minha intenção. Gosto de colocar a Regra de Ouro em cheque porque, de certa forma, ela desconstrói a essência do próprio RPG, daquilo que ela mesma se propõe a reger, o que a torna uma contradição. Eu acredito que a Regra de Ouro é uma chuva dourada (ops) capaz de diluir os elementos que compõe o RPG até não sobrar uma única molécula de jogo, quando utilizada ad nauseam. Afinal de contas, pra quê regras, cenários, climas, ambientações, fluff, dados, cartas, fichas, design de jogo, enfim, se existiria um princípio regulador único que diz que tudo isso é descartável?

Talvez seja só eu, mas excesso de descartabilidade me incomoda. Nada é sagrado – por isso mesmo tudo é sagrado – e assim nada é sagrado… Mas já estou divagando.

Tudo posso naquele que dorme em R’lyeh

Imagens meramente ilustrativas

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Posts de outros blogs inspirados por este:
Tralhas RPGísticas da Graci
Pontos de Experiência

[News] Rein-Hagen ressurge com novo jogo

Mark Rein “Bolinha” Ragen, criador de Vampiro A Máscara, anunciou hoje no facebook que vai lançar seu próximo jogo, uma mistura de RPG de mesa com boardgame chamado “Democracy”, via crowdfunding. A plataforma escolhida foi o onipresente Kickstarter, e a campanha de arrecadação será aberta 30 de agosto.

Quem é vivo sempre aparece

Eu tô achando isso tudo um tédio

Daí que a Record, aquela emissora de TV controlada por uma igreja, resolveu que os vilões de sua novelinha para adolescentes seriam jogadores de RPG. Calma, não é RPG como nós conhecemos, você vai constatar daqui a pouco…

A novelinha é uma versão nacional de “Rebelde”, aquela que nos atormentou uns anos atrás com a música “e soy rebeeeelde” (lembrou?). Não vou criticar artisticamente a coisa, até porque nem vejo nada de artístico na tal novela, mas gostaria de compartilhar um trecho da história com vocês. Eu também não vou tentar explicar que RPG não tem nada a ver com isso (vocês já sabem que não tem), e nem vou sugerir que seria positivo mostrar um grupo jogando de modo saudável – e realista. É chover no molhado, é perder tempo. Já ouviram a expressão “reclamar com o bispo”? Acho que ela nunca fez tanto sentido… Apenas agradeço São Sagan por ser maior de idade e por ter pais que não assistiram novela da Record.

“Vocês nunca ouviram falar em RPG?”

Bom, me parece óbvio que os “roteiristas” ouviram falar muito pouco, hehehe… de qualquer forma, repetindo um dos personagens da novela, eu tô achando isso tudo um tédio.

E vocês?

PS: e esses adolescentes com cara de mais velhos que eu? CASTING – you’re doing it wrong! xD

[News] White Wolf vai lançar o V20 Companion via crowdfunding

Não sei se a capa me anima ou desanima... xD

Talvez inspirada na bem-sucedida campanha que deu aos brasileiros o Violentina (hehehe), a editora americana White Wolf resolveu iniciar a comercialização do Companion (manual) do V20, sua versão atualizada do clássico Vampiro A Máscara,  através do processo de crowdfunding ou financiamento coletivo. Nesta modalidade de serviço, os consumidores podem financiar diretamente o lançamento de um produto.

A vantagem vai além da compra do objeto – campanhas de crowdfunding geralmente incluem brindes especiais para quem topa entrar na brincadeira, e com o V20 não será diferente. Os itens especiais vão de livros autografados até uma sessão de Vampiro narrada por Justin Achilli via skype, ao preço de 3000 dólares.

Mais informações no site do projeto: http://www.kickstarter.com/projects/200664283/v20-companion-deluxe-edition

 

Imagem meramente ilustrativa.